Fábrica Roque & Cravino (Fábrica do Rio)

Museu Virtual Category: PATRIMÓNIO INDUSTRIAL e FábricasMuseu Virtual Tags: fábricas, indústria e património industrial

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  • Fábrica Roque & Cravino (Fábrica do Rio)

     

    A firma “Roque & Cravino, Lda.” requer, em 1926, junto da 2ª Circunscrição Industrial, licença para laboração de uma fábrica de lanifícios, sendo o edital desta secretaria datado de 27 de Março do mesmo ano. No entanto, o alvará de 2ª classe n.º9 963, obtido no seguimento deste processo, sai apenas a 8 de Janeiro de 1927.

    A 8 de Fevereiro de 1943, deu-se uma alteração do pacto social da “Roque & Cravino, Lda.”, quando Luís Cravino cedeu a sua quota industrial aos restantes sócios, provocando a alteração da designação comercial da firma, que começa a funcionar com o nome de V.ª Roque de Carvalho & Filhos”. Passando a sociedade a ser constituída por Prazeres da Cruz Filipe Roque, Maria Luísa da Graça Roque Cravino, José Leitão e Rosaria Ascenção Roque Cravino.

    Em Dezembro de 1950, a sociedade em nome individual “Lourenço Serra Bandinha” cessa laboração, data em que é feito o pedido de cancelamento da inscrição no GILG. No dia 26 do mesmo mês, o industrial associa-se a José Maria Direito (que, em 1954, cede a sua quota a Luiz dos Santos Viegas), Adelino Esteves Gaspar de Carvalho e José de Bastos Rabaça, criando uma nova sociedade por quotas de responsabilidade limitada, “Lourenço Serra Bandinha & C.ª, Lda.”. Esta nova firma irá sediar-se e laborar nas instalações da Fábrica do Rio, adquiridas à “V.ª Roque de Carvalho & Filhos”.

    A 28 de Abril de 1960, a  firma “Lourenço Serra Bandinha & C.ª, Lda.”, transforma-se em “SOTAVE – Sociedade Têxtil dos Amieiros Verdes, S.A.R.L.” contando com a participação dos 4 sócios no pacto social da nova empresa. Na mesma altura, o complexo passou a integrar o conjunto de instalações da nova firma, que incluía também a Fábrica dos Amieiros Verdes  (antiga Fábrica da Boqueira), da qual era proprietário Francisco Esteves Gaspar de Carvalho. Os maquinismos de produção são transferidos para essas instalações, ficando a Fábrica do Rio destinada a alojar o lavadouro e o armazém deste grande e novo empreendimento empresarial.

     

    Observações

    Complexo fabril, do século XIX – Lugar da Ponte Longa, São Pedro

    Actividades: Lavagem, cardação, fiação, tecelagem, tinturaria e ultimação.

    Ocupações: Roque & Cravino, Lda. (1926 (?)-1943); V.ª Roque de Carvalho & Filhos (1943-1950); Lourenço Serra Bandinha & C.ª (1950-1960); SOTAVE – Sociedade Têxtil dos Amieiros Verdes, S. A. R. L. (1960-19_); SOTAVE – Sociedade Têxtil dos Amieiros Verdes, S. A. (19_-2007)

     

    Estado de conservação

    Razoável à data de 26-08-2014

     

    Observações
    Em ruína parcialmente recuperado.
    Encontrando-se desativado, está parcialmente adaptado para habitação e armazém
    Edifícios desativados.

     

     

     

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