Rosmaninho (L. stoechas luisieri)

  • Rosmaninho-L.-stoechas-luisieri-01Rosmaninho-L.-stoechas-luisieri-01
  • Rosmaninho-L.-stoechas-luisieri-02Rosmaninho-L.-stoechas-luisieri-02
  • Rosmaninho-L.-stoechas-luisieri-03Rosmaninho-L.-stoechas-luisieri-03

Museu Virtual Category: PATRIMÓNIO NATURAL, Biologia, Flora e FloresMuseu Virtual Tags: flora, flores, património natural e rosmaninho

Info
Info
Fotografias
Mapa de Localização
Itens Relacionados
  • Rosmaninho (L. stoechas luisieri)

     

    Família: Lamiaceae

    Identificação: O rosmaninho é um arbusto que pode ser encontrado em todo o território de Portugal Continental, sendo  mais abundante em zonas com clima de influência mediterrânica. Podemos encontrar 5 espécies diferentes em Portugal.

    É uma planta com um odor bastante característico durante a Primavera, altura em que floresce e possui a espiga em forma de flor que pode medir entre 2 a 5 centímetros. Encontra-se principalmente em zonas xistosas e perto de caminhos. Pode atingir os 2 metros mas é mais comum não ultrapassar  1 metro de altura. Devido ao agradável aroma na altura da floração é bastante utilizado pelas abelhas para a produção de mel.

    Em algumas aldeias esta planta ainda é utilizada para comemorar o solstício de verão no dia 24 de Junho que coincide com a festa de S. João. A planta é apanhada e são feitas várias fogueiras onde se queima exclusivamente o rosmaninho, causando grandes colunas de fumo.

    Distribuição geográfica: Região Mediterrânica. Em Portugal ocorre por todo o país.

    Caducidade: persistente

    Altura: até 1,5m

    Longevidade: não tem uma vida longa, no entanto vive mais se for podada.

    Porte: pequeno arbusto aromático, tomentoso

    Ritidoma:
     castanho acinzentado, algo escamado

    Folhas: inteiras e tomentosas; as distais (da extremidade) dos ramos férteis, lineares a linear-oblongas e acinzentadas.

    Estrutura reprodutiva: flores agrupadas numa densa espiga ovóide assente num pedúnculo mais longo que a própria inflorescência; brácteas férteis tão ou mais altas do que largas, com nervuras pouco evidentes; brácteas terminais estéreis assemelhando um penacho, violetas ou purpúreas; corola púrpureo-anegrada.

    Floração:
     fevereiro a julho

    Maturação dos frutos: na sequência da floração

    Habitat e ecologia: matos baixos sobre solos ácidos, pobres em nutrientes, derivados de rochas duras (subsp. Pedunculata e subsp. Sampaioana) ou areias (subsp. Lusitanica); coloniza com facilidade solos agrícolas recentemente abandonados. Gosta de luz abundante, tolera a seca e ventos fortes. Resiste a temperaturas de -5°C.

    Usos e costumes: com algum interesse ornamental; uma das mais importantes plantas melíferas da flora portuguesa. Um óleo essencial extraído das flores é utilizado em perfumaria e medicina. As flores e folhas usam-se para repelir insetos dos tecidos.

    Modos de propagação: Por semente: semear na primavera e apenas cobrir as sementes. Devem germinar dentro de 1 – 3 meses a 15°C. Quando as plantas forem manejáveis, separe-as em vasos individuais e proteja-as durante o primeiro inverno. Plante-as no exterior na primavera seguinte.
    Por estaca: estacas semi-lenhificadas com cerca de 10cm no fim da primavera. Dentro de pouco tempo começam a ganhar raízes. Também por alporquia.

     

    Bibliografia
    Websites Consultados

    http://www.florestar.net/rosmaninho-maior

  • No Records Found

    Sorry, no record were found. Please adjust your search criteria and try again.